quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Tecnologia pura: Concertando os dentes. É fantástico!

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Publicado por ExpoFisio em Terça, 6 de outubro de 2015

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

VÍRUS ZIKA: Vamos entender o que é o vírus Zika e o motivo para ele ser tão considerado tão preocupante e Desmistificando os 8 boatos mais comuns sobre o zika virus. (Vídeos)

Desmistificando os 8 boatos mais comuns sobre o zika virus.Vídeo do Nerdologia sobre o...

Publicado por Liberte Sua Mente em Domingo, 21 de fevereiro de 2016

Neste episódio do Nerdologia vamos entender o que é o vírus Zika e o motivo para ele ser tão considerado tão...

Publicado por Liberte Sua Mente em Domingo, 21 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Existe Perigo nas Vacinas? Vamos responder essa perigosa dúvida!


Existe Perigo nas Vacinas? Vamos responder essa perigosa dúvida!Sempre que há uma certa descoberta ou um método até...
Publicado por Liberte Sua Mente em Domingo, 14 de fevereiro de 2016

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Como preparar uma mosquitoeira

SAIBA COMO PREPARAR UMA MOSQUITOEIRA O QUE É DENGUE? A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus, sendo...

Publicado por Liberte Sua Mente em Terça, 16 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Estudo evidencia relação entre doenças mentais e metabólicas

Artigo publicado no Journal of Psychiatric Research mostrou que portadores de transtorno bipolar com níveis baixos de adiponectina apresentam quadro psiquiátrico e metabólico mais grave (Saudades, José Ferraz de Almeida Júnior (1899)/Wikimedia Commons)

Karina Toledo  |  Agência FAPESP – Estudos recentes têm mostrado que doenças psiquiátricas – entre elas o transtorno bipolar e a depressão – estão frequentemente associadas a distúrbios metabólicos como diabetes do tipo 2, dislipidemia e obesidade. As evidências científicas sugerem ainda que tanto a condição psiquiátrica pode influenciar na evolução do quadro metabólico como o contrário também comumente acontece.

Essa correlação foi observada por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em um trabalho recentemente publicado no Journal of Psychiatric Research.

Os dados do estudo feito com 59 portadores de transtorno bipolar apontaram que os pacientes com níveis considerados baixos de adiponectina – hormônio produzido pelo tecido adiposo que ajuda a regular o metabolismo de glicose e de lipídeos – apresentavam um quadro psiquiátrico mais grave do que aqueles com níveis mais altos dessa proteína.

“No histórico desses pacientes com baixa adiponectina, observamos maior frequência de episódios de humor alterado, maior número de internações psiquiátricas, persistência de sintomas depressivos e pior funcionamento psicossocial. Eles também tinham mais distúrbios metabólicos, como intolerância à glicose, diabetes e dislipidemias”, contou a professora da Escola Paulista de Medicina Elisa Brietzke, coordenadora do projeto apoiado pela FAPESP.

Se os achados forem confirmados por estudos futuros, avaliou Brietzke, a dosagem de adiponectina no sangue de pacientes com transtorno bipolar poderá funcionar como um biomarcador auxiliar no prognóstico e no tratamento – sendo que níveis baixos desse hormônio seriam um indicativo de uma doença mais grave tanto do ponto de vista psiquiátrico quanto metabólico.

Além disso, segundo a pesquisadora, os resultados abrem caminho para novos estudos voltados a testar intervenções que modulem os níveis de adiponectina nos pacientes bipolares.

A pesquisa foi realizada na Unifesp durante o doutorado de Rodrigo Mansur, atualmente fellow da Universidade de Toronto, no Canadá. O objetivo inicial foi comparar em voluntários sadios e em portadores de transtorno bipolar os níveis sanguíneos de adiponectina e de leptina – outro hormônio secretado pelo tecido adiposo com importante papel na regulação metabólica e no controle do apetite.

“Esses hormônios agem tanto de forma local como sistêmica. Receptores dessas moléculas são expressos em múltiplas regiões cerebrais e a ativação deles produz efeitos fisiológicos relevantes. Ambos parecem fazer parte do controle da resposta inflamatória. Alterações na produção desses hormônios têm sido descritas em doenças metabólicas, como obesidade e diabetes tipo 2. Nossa linha de pesquisa foca na interface entre transtornos mentais e doenças metabólicas, portanto, temos interesse particular em mediadores, mecanismos e sistemas que conectam o cérebro e a periferia”, explicou Mansur.

De maneira geral, não foram observadas na pesquisa diferenças significativas nos níveis desses dois hormônios quando comparados os pacientes bipolares e os voluntários sadios – exceto quando se observou apenas as mulheres. As portadoras de transtorno bipolar tinham níveis mais baixos de adiponectina que as mulheres sem a doença.

Na avaliação de Brietzke, porém, o resultado mais interessante foi visto quando comparados apenas os níveis hormonais dos portadores da doença. “Foi clara a divisão em dois subgrupos: um com adiponectina mais baixa e doença mais grave, e outro com o nível hormonal mais elevado e quadro mais leve”, comentou a pesquisadora.

Mansur acrescentou que as diferenças foram observadas independentemente de fatores de confusão, como idade, tabagismo e uso de medicações psicotrópicas.

“A principal interpretação é a de que existe uma associação direta entre multimorbidade metabólica e curso mais grave e complicado do transtorno bipolar. Dessa maneira, a adiponectina pode ser entendida como um indicador de disfunção metabólica. Mas também é possível que, dado a importância da sinalização cerebral de adiponectina, esta molécula também tenha um efeito direto na estrutura e funcionamento cerebral e, consequentemente, na clínica do transtorno bipolar”, comentou.

Em relação à leptina não foram observadas diferenças significativas em nenhum dos grupos.

Centro versus periferia

Os estudos realizados pelo grupo da Unifesp se baseiam na hipótese de que o metabolismo periférico e o central são integrados e, portanto, a presença de uma comorbidade metabólica – como diabetes do tipo 2 – no transtorno bipolar poderia ser resultado – e/ou resultar – em funcionamento cerebral alterado.

“Evidências de múltiplas linhas de pesquisa indicam que doenças metabólicas, mesmo quando não acompanhadas de transtornos psiquiátricos, envolvem anormalidades cerebrais, como disfunção dos circuitos que regulam o processamento emocional e cognitivo. As doenças mentais, incluindo a depressão e a esquizofrenia, são diferencialmente afetadas por condições metabólicas, mesmo após controle para fatores de risco tradicionais, como sedentarismo, dieta, tabagismo e uso de medicações”, contou Mansur.

De acordo com os pesquisadores, portanto, o chamado modelo monoaminérgico – focado apenas em neurotransmissores e em terapias com antidepressivos e antipsicóticos – tem se mostrado altamente insuficiente.

“Essas terapias são capazes de ajudar uma parcela significativa da população acometida por doenças mentais, mas falham com frequência. Estudos mostram, por exemplo, taxas de resposta insatisfatória no transtorno bipolar de até 50%. Existe uma necessidade urgente de desenvolver modelos teóricos mais abrangentes para compreender a fisiopatologia dos transtornos psiquiátricos e substanciar o desenvolvimento de terapias genuinamente inovadoras e transformadoras”, afirmou Mansur.

Atualmente, no Canadá, o pesquisador participa de um estudo voltado a testar a droga liraglutida – originalmente desenvolvida contra diabetes tipo 2 – no tratamento de déficits cognitivos em indivíduos com transtornos de humor.

A liraglutida é um agonista do receptor do GLP-1, hormônio indutor de saciedade produzido no intestino delgado, cuja secreção é estimulada pela ingestão de alimentos. O GLP-1 também facilita o uso de glicose em múltiplos tecidos, inclusive no sistema nervoso.

De acordo com Mansur, estudos pré-clínicos mostraram que a liraglutida também tem efeitos neuroprotetores e neuroproliferativos, protegendo neurônios de insultos e estimulando o crescimento de dendritos e conexões sinápticas. Esses dados sugerem um possível efeito pró-cognitivo.

“Nossos dados preliminares têm mostrado uma melhora cognitiva global, envolvendo testes que medem função executiva, memória e velocidade de processamento. Nós também observamos um efeito no cérebro, um aumento em um marcador de integridade neuronal, que se correlaciona bem com essa melhora cognitiva. Um aspecto interessante é que a melhora tem sido mais intensa nos pacientes com resistência à insulina, sugerindo que essa população com problemas metabólicos seja mais responsiva a uma intervenção cujo alvo é uma via metabólica”, disse Mansur.

Mansur ressalta, no entanto, que se trata ainda de um estudo-piloto, com um pequeno número de pacientes e sem um grupo placebo. “Apesar de promissores, os resultados são preliminares e ainda estão em desenvolvimento”, acrescentou. (02 de fevereiro de 2016)


http://agencia.fapesp.br/estudo_evidencia_relacao_entre_doencas_mentais_e_metabolicas/22626/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Beber oito copos de água por dia não teria indicação científica

Médico americano contesta reportagens que alertam sobre desidratação


Se há um mito sobre saúde que não morre, é este: você deve beber oito copos de água por dia.
Não é verdade. Não há nenhuma ciência por trás disso.
E, apesar disso, em todo verão americano (ou de qualquer país) somos inundados por reportagens alertando que a desidratação é perigosa e onipresente.
Essas reportagens fomentam um medo de que adultos e crianças, sadios sob qualquer outro ângulo, andam desidratados, ou, até mesmo, que a desidratação chegou a proporções epidêmicas.

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Vamos escrutinizar essas alegações.
Eu fui coautor de um artigo em 2007 no British Medical Journal (BMJ) sobre mitos da medicina. O primeiro era o de que as pessoas deveriam beber pelo menos oito copos d'água de 200ml por dia. Esse artigo ganhou mais atenção midiática (até mesmo no New York Times) do que praticamente quaisquer outras pesquisas minhas.
Não fez diferença. Quando, dois anos depois, publicamos um livro sobre mitos da medicina que, mais uma vez, refutou a ideia de que precisamos de oito copos d'água por dia, eu achava que isso iria persuadir o público a não se preocupar. Eu estava novamente enganado.
Muitos creem que a fonte desse mito foi uma recomendação do Food and Nutrition Board (Conselho de Alimentos e Nutrição) de 1945, que dizia que era preciso ingerir 2,5 litros de água por dia. Porém, ignorou-se a continuação, que dizia: "a maioria desta quantidade encontra-se em comidas preparadas".
A água está presente em frutas e vegetais. Está no suco; está na cerveja; está inclusive no chá e no café. Antes que alguém me escreva dizendo que café desidrata, pesquisas mostram que isso também não é verdade.

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Embora eu recomende água como a melhor bebida para consumo, não é, certamente, a única fonte de hidratação. Você não precisa consumir toda a água de que precisa por meio de bebidas. Você também não precisa se preocupar tanto sobre nunca ter sede. O corpo humano é ajustado para avisá-lo para beber muito antes que esteja realmente desidratado.
Não há evidências científicas de que, para pessoas sadias, beber mais água traz qualquer benefício em termos de saúde. Estudos não encontraram prova alguma de que beber mais água deixa a pele hidratada e a faz parecer mais saudável ou sem rugas. É verdade que alguns estudos encontraram associações entre maior consumo de água e resultados melhores, mas esses estudos estão sujeitos aos problemas de metodologia comuns, como uma incapacidade de provar relações causais. Além disso, eles definiram "alto" consumo de água como uma quantidade bem menor do que oito copos.
Estudos prospectivos não encontram melhoras em função renal ou mortalidade em geral quando pessoas sadias aumentam seu consumo de água. Testes aleatórios controlados também não encontram vantagens, com exceção de casos específicos — por exemplo, prevenir a recorrência de certos tipos de cálculo renal. Desidratação de verdade, quando o seu corpo perde uma quantidade significativa de água devido a doenças, exercício excessivo ou suor, ou incapacidade de beber, é um caso sério. Porém, pessoas com desidratação clínica quase sempre têm alguma espécie de sintoma.

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Um número significativo de publicitários e reportagens estão tentando convencê-lo do contrário. O número de pessoas que carregam água consigo todo dia parece aumentar a cada ano. Vendas de água engarrafada continuam a aumentar.
A explosão de histórias neste verão foi inspirada por um estudo recente no American Journal of Public Health. Pesquisadores utilizaram dados da National Health and Nutrition Examination Survey (Pesquisa de Exame da Saúde e Nutrição Nacional) de 2009 até 2012 para examinar 4.134 crianças com idades de seis a 19 anos. Especificamente, foi calculada a osmolaridade média da concentração da urina das mesmas. Quanto maior o valor, mais concentrada a urina.
Foi descoberto que mais da metade das crianças tinham uma osmolaridade de urina de 800 ou mais mOsm/kg. Também foi descoberto que crianças que bebiam 200 ou mais ml por dia tinham, em média, uma osmolaridade de urina aproximadamente mOsm menor do que as que não bebiam.
Então, se você define "desidratação" como uma osmolaridade de urina de 800 ou mais mOsm/kg, os resultados desse estudo são relevantes. Esse artigo assim a definiu. O problema é que a maioria dos clínicos não o faria.
Eu sou um pediatra, e posso dizer que eu raramente, se isso, usei osmolaridade de urina como meio de decidir se uma criança está desidratada. Quanto perguntei a colegas meus, nenhum deles achou que 800 mOsm/kg seria o valor a partir do qual eles ficariam preocupados. Ao pesquisar a web, a maioria das fontes que encontrei pensou que valores até 1,2 mil mOsm/kg ainda encontravam-se dentro da normalidade fisiológica e que crianças tinham variação maior do que adultos. Nenhuma fonte declarou que 800 mOsm/kg seria quando se começa a considerar crianças desidratadas.
Em outras palavras, há muito pouca razão para crer que crianças com uma média de 800 mOsm/kg em sua urina deveriam se preocupar. De fato, em 2002, um estudo foi publicado no Journal of Pediatrics, mais exploratório do que uma busca por incidências de desidratação, e ele descobriu que meninos na Alemanha tinham uma osmolaridade de urina média de 844 mOsm/kg. O antepenúltimo parágrafo no estudo referiu um grande número de estudos feitos pelo mundo afora que encontravam osmolaridades médias em urina de crianças desde 392 mOsm/kg no Quênia até 964 na Suécia.
Isso não impediu estudos mais recentes de continuar a usar o padrão 800 mOsm/kg para declarar que números enormes de crianças sofrem de desidratação. Um estudo publicado em 2012 no Annals of Nutrition and Metabolism usou esse padrão para alegar que quase dois terços das crianças francesas não consumiam água suficiente. Outro, na publicação Public Health Nutrition, usou o padrão para declarar que quase dois terços das crianças em Los Angeles e Nova York não consumiam água suficiente. O primeiro estudo foi financiado pela Nestlé Waters; o segundo, pela Nestec, uma subsidiária da Nestlé.
É possível que haja crianças que precisam ser hidratadas melhor. Porém, a partir de certo ponto, corremos o risco de tachar uma condição saudável e normal de doença. Quando dois terços das crianças sadias, ano após ano, têm um valor obtido em laboratório que se considera "anormal", talvez seja a definição, e não a saúde delas, que precise de ajustes.
Nada disso retardou a demanda descomunal por mais água. Virou até parte da campanha de Michelle Obama, "Drink Up" (Beba). Em 2013, Sam Kass, então um conselheiro de políticas nutricionais da Casa Branca, declarou que "40% dos norte-americanos consumem menos do que a metade da dose diária recomendada de água".
Não há nenhuma recomendação formal quanto à quantidade diária de água de que as pessoas necessitem. Essa quantidade, é obvio, difere de acordo com o que as pessoas comem, onde elas vivem, quão grandes elas são e o que elas fazem. Porém, com a população deste país vivendo mais anos do que jamais viveram, talvez inclusive com acesso menos limitado a bebidas do que em qualquer outra época da história da humanidade, simplesmente não é verdade que estamos desidratados.
*Aaron E. Carroll é professor de Pediatria na Indiana University School of Medicine.

Reportagem de 2015
http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2015/08/beber-oito-copos-de-agua-por-dia-nao-teria-indicacao-cientifica-4835228.html

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Quebrando 6 mitos sobre a água!




Quebrando 6 Mitos sobre a água!
Quebrando 6 Mitos sobre a água!Tomar 8 copos de água por dia faz bem?
Publicado por Liberte Sua Mente em Terça, 2 de fevereiro de 2016

  
Quebrando 6 mitos sobre a água! (Vídeo)

Tomar 8 copos de água por dia faz bem? E o recomendado 2 litros por dia, também faz bem? Quanto mais beber água, melhor?!
Que o seu alimento seja seu remédio, e que seu remédio seja seu alimento. (Hipócrates)