quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Novos estudos sobre a vitamina D: aumento do testosterona, melhora da memória e da função cognitiva e diminuição dos riscos mal de Parkinson

Em poucos dias a Vitamina D voltou a ser centro das atenções. Já divulgamos aqui a influencia da Vitamina D na imunidade e vários benefícios que está vitamina multi-uso fornece para nós, de graça, bastando apenas nos expor ao sol.

Novos estudos demonstram ainda outros benefícios da Vitamina D:
- Níveis de testosterona, hormonio sexual masculino, sao maiores nas pessoas com maior nível de vitamina D
- Vitamina D promove a memória e a funcao cognitiva em idosos

- Vitamina D pode diminuir risco de mal de Parkinson

Veja os detalhes:
  • Testosterona e a Vitamina D
De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Médica de Graz, na Áustria, aumentar os níveis de vitamina D no corpo pode ajudar a aumentar os níveis de testosterona dos homens e seu desejo sexual. O trabalho
foi publicado no jornal científico Clinical Endocrinology.

"Homens que garantem que seu corpo é suficientemente abastecido com vitamina D estão fazendo bem para os seus níveis de testosterona e sua própria libido, entre outras coisas", disse Ad Brand do Fórum de Pesquisa da Luz Solar, baseado na Holanda"

Os investigadores testaram os níveis de vitamina D e de testosterona de 2.299 homens ao longo de vários meses. Eles descobriram que, assim como os níveis de vitamina D, os níveis de testosterona chegaram ao máximo no verão e caiu durante o inverno. Eles também descobriram que homens que tinham ao menos 30 nanogramas de vitamina D em cada mililitro de sangue tinham os níveis mais altos de testosterona circulante.

  • Vitamina D promove a memória e a função cognitiva em idosos

Definida como a habilidade de uma pessoa de processar pensamentos, a função cognitiva inclui a memória ea capacidade de aprender novas informações, bem como a fala e compreensão de leitura. O envelhecimento é conhecido por afetar a função cognitiva em muitas pessoas, resultando em perda de memória e dificuldade de pensar nas palavras certas, enquanto fala ou escreve. Mas e se a falta de vitamina D poderia ser o culpado que está causando ou contribuindo para o prejuízo do processo cognitivo em muitos idosos - e não simplesmente o envelhecimento por si só? Se for este o caso, existe a esperança de que o fornecimento adequado de vitamina D pode ajudar a manter a mente ágil e memória afiada.

Pesquisa liderada pelo epidemiologista Katherine Tucker, com Jean Mayer USDA Human Nutrition Research Center on Aging (HNRCA), da Universidade Tufts em Boston, Massachusetts, e publicados em revistas de Gerontologia levanta esta possibilidade.

Caminhos metabólicos da vitamina D foram encontrados no hipocampo e no cerebelo - áreas do cérebro envolvidas no planejamento, processamento e formação de novas memórias. Assim, parece uma falta de vitamina D pode atrapalhar os processos cognitivos.

Em uma declaração à imprensa, os pesquisadores notaram que as pessoas idosas que necessitam de cuidados em casa tem um elevado risco de não obter quantidade suficiente de vitamina D devido à limitacao de sua exposição à luz solar. E, de fato, apenas 35 por cento dos idosos que fizeram parte da pesquisa apresentaram níveis suficientes de vitamina D em seu sangue. Aqueles idosos que tiveram quantidade adequada de vitamina D tiveram resultados muito melhores em testes cognitivos do que os das categorias deficiente e insuficiente de vitamina D, em particular as medidas de desempenho executivo, que incluiu a flexibilidade cognitiva, a complexidade da percepção e do raciocínio. As associações persistiram após tomar em consideração outras variáveis que também poderiam ter influenciado o desempenho em testes de capacidade cognitiva

Vitamina D pode diminuir risco de mal de Parkinson

Um novo estudo indicou que pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menor risco de desenvolver doença de Parkinson. O trabalho foi publicado na edição de julho dos Archives of Neurology.

O papel da vitamina D na saúde óssea é conhecido, mas estudos anteriores apontaram a relação também com problemas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

Paul Knekt, do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, e colegas acompanharam 3.173 homens e mulheres com idades entre 50 e 79 anos e que não tinham diagnóstico de Parkinson no início do estudo, entre 1978 e 1980.

Os participantes completaram questionários e foram submetidos a entrevistas sobre aspectos de saúde e socioeconômicos. Também foram examinados e forneceram amostras de sangue para análise.

Em um período de 29 anos, até 2007, os pesquisadores observaram que 50 dos participantes desenvolveram a doença de Parkinson. Após serem feitos os ajustes para fatores potencialmente relacionados (como atividade física e índice de massa corporal), os indivíduos no grupo com níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis. Os participantes haviam sido divididos em quatro grupos com relação aos níveis da vitamina.

“Apesar dos níveis baixos de vitamina D em geral na população estudada, uma relação de dose e resposta foi encontrada. O estudo foi conduzido na Finlândia, onde há exposição restrita à luz solar e, portanto, tem como base uma população com níveis continuamente baixos da vitamina”, disse Knekt.

“De fato, o nível médio da vitamina D na população estudada é cerca da metade do nível considerado ideal, de 75 a 80 nanomoles por litro. Os resultados do estudo são consistentes com a hipótese de que uma deficiência crônica de vitamina D é um fator de risco para Parkinson”, destacou.

Segundo os pesquisadores, os mecanismos pelos quais os níveis da vitamina podem afetar o desenvolvimento da doença são desconhecidos, mas o nutriente exerce um efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidantes, da regulação de níveis de cálcio, da desintoxicação, da modulação do sistema imunológico e da melhoria na condução de eletricidade nos neurônios.

“O estudo reúne os primeiros dados promissores em humanos que sugerem que um estado inadequado de vitamina D está associado com o risco de desenvolver Parkinson, mas outras pesquisas são necessárias, tanto básicas como clínicas, para elucidar o papel, mecanismos e concentrações exatas”, disse Marian Leslie Evatt, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, em editorial na revista sobre o estudo.

Fontes:

Estadao: Vitamina D pode diminuir risco de mal de Parkinson 
BBC: Low vitamin D levels 'linked to Parkinson's disease' 
Estudo:Archives of Neurology: Is There a Role for Vitamin D in Parkinson Disease? 
BBC:Sunbathing ups men's testosterone
Estudo: Association of vitamin D status with serum androgen levels in men
Estudo (Journals of Gerontology): Vitamin D Is Associated With Cognitive Function in Elders Receiving Home Health Services
http://www.anovaordemmundial.com/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

ALERTA TOTAL: Os hambúrgueres nos fazem perder a memória


REUTERS / David Parry

Se você está preocupado com a sua saúde e evitar comer memória hambúrgueres. Esta é, pelo menos, a conclusão a que chegaram os cardiologistas americanos.

Os ácidos graxos trans afetam as atividades do cérebro. Este tipo de ácidos graxos insaturados são formados durante a hidrogenação e panificação e são muito comuns na indústria de fast food, doces e frituras.Seus efeitos adversos sobre a nossa massa cinzenta disse à American Heart Association em sua conferência anual.

Gordos trans são amplamente conhecidos por aumentar o risco de obesidadeextrema, doenças cardiovasculares , alguns tipos de cancro e diabetes. No entanto, desta vez, os médicos norte-americanos decidiram se concentrar em seus efeitos sobre a memória.

Para isso, eles realizaram um experimento em 1.000 homens com menos de 45 sem problemas de saúde. Foram submetidos a um questionário detalhado sobre sua dieta e eles examinaram o sangue. Mais tarde, eles foram mostrados 104 cartões que tinha impressas palavras, e cada vez que um novo cartão mostrou-lhes perguntando se ele continha a palavra apareceu pela primeira vez ou se repetiu. Sua pesquisa mostrou que as pessoas com um maior nível de gordura no corpo lembrado menos palavras.

FONTE:
http://actualidad.rt.com/ciencias/161642-cientificos-hamburguesa-dano-memoria
http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Banho de assento com chá de orégano trata fungos e coceira nas partes íntimas

A lavagem das partes íntimas com chá de orégano combate fungos (como a cândida) e coceiras.

O processo é muito simples.

Basta jogar um punhado de orégano em 250 ml de água fervida, abafar e deixar amornar.

Depois coa-se e coloca-se o chá ainda morno numa bacia limpa, numa temperatura que não queime a pele (suportável ao toque), mas que também não seja fria, e lava-se o órgão genital em movimentos rápidos, mas com cuidado para não machucar, até o chá ficar quase frio.


Pode ser de cócoras no boxe.

Quem não consegue fazer dessa forma por causa da coluna pode sentar na privada e jogar o chá aos poucos com uma jarra, tendo cuidado para a água do vaso não bater na pele.

Depois é só enxugar levemente, tirando o excesso, e dormir sem calcinha.

Sim, sem calcinha, pois toda mulher deve dormir sem calcinha e usar no dia a dia calcinha de algodão, para manter a área ventilada, pois os fungom gostam de lugares úmidos e quentes.

Outra dica é evitar roupas apertadas e não usar protetores diários, sobretudo aqueles com cheirinho.

A lavagem deve ser feita no mínimo por uma semana e toda noite.

Para acelerar o processo, é bom tomar uma xícara de chá de orégano (ou de cravo-da-índia) toda noite antes de dormir.

A dosagem é diferente: uma colher de sopa para meio litro de água, mas o modo de fazer é o mesmo.

Em vez do orégano, pode-se usar na lavagem cravo-da-índia em igual quantidade. Faz-se o chá do mesmo modo.

Em vez do chá, pode-se fazer o extrato de cravo-da-índia colocando uns 300 gramas de cravo em meio litro de álcool. Deixa-se apurar por no mínimo três meses. Está bom quando o álcool fica marrom. Usa-se o extrato misturado com 50% de água (meio copo do extrato para meio de água). Serve para coceiras em geral. Basta passar no local e deixar secar naturalmente. Esse extrato, misturado com água e colocado num borrifador, deixa a casa mais cheirosa, sem ter o inconveniente de agredir o planeta nem o ar que respiramos. Se quiser mais cheiro é só pingar umas gotas da essência de sua preferência.


Cuidados para evitar fungos 

A higiene pessoal deve ser feita da vulva para o ânus, nunca ao contrário.

Evite banho em banheira.

Evite meias e roupas íntimas de náilon e calças apertadas.

Faça uma perfeita higienização durante o banho.

Lave as roupas íntimas com água fervente e sabão.

Não use toalhas e roupas de outras pessoas.

Passe as roupas íntimas com ferro.

Prefira calcinhas de algodão.

Prefira sabonete, absorvente e papel higiênico neutros.

Seque bem todo o corpo. 


http://www.curapelanatureza.com.br/

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Sete receitas caseiras para tratar seu cachorro


1. Pulgas: chá de arruda

Para repelir pulgas do cachorro, pingue uma gota de chá de arruda na pele dele. Para sarna, melão-amargo (ou melão-de-são-caetano). É necessário fazer o tratamento por três semanas. Dê um banho normal no cachorro semanalmente, secando com toalha e secador. Posteriormente, aplique o suco puro do melão. Deixe agir por dez minutos (atenção: o cachorro não pode lamber, pois é tóxico), enxágue bem e seque.

2. Aumentar a imunidade do cachorro

Se ele estiver adoentado, misture na ração de uma a duas colheres de aveia (café, chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do cachorro). Mas atenção: a aveia poderá ocasionar diarreia no cão. Nesse caso, use o chá das folhas.

3. Acabar com cólicas e desintoxicar o cachorro

A água de arroz ajuda a desintoxicar e o chá alivia cólicas. Lave arroz cru (use de cada vez um copo de água para cada meia xícara de arroz comum) e separe a terceira passagem da água. Coloque numa seringa sem agulha e dê um pouquinho do líquido várias vezes ao dia. Intercale o remedinho com chá de erva-doce, que alivia as cólicas.

4. Acalmar cachorros que ficam sozinhos

Numa panela sem tampa, ferva por dez minutos de três a cinco gramas de folhas de maracujá em 250 ml de água. Quando esfriar, misture esse chá na água que o animal bebe.

5. Espantar parasitas, como pulgas e carrapatos

Primeiramente, prepare uma infusão com 20 gramas de folhas de arruda em um litro de água quente (sem ferver) e use como a última água de enxágue. Deixe secar naturalmente. Galhos da erva-de-santa-maria sob a cama deles agem como repelente.

6. Cicatrizar mais rápido pequenos machucados

Coloque uma folha de couve macerada sobre o ferimento. Mas, se ele insistir em comer o curativo, deixe a couve para lá e misture uma parte de tintura de calêndula em duas partes de água fervida e filtrada e passe no machucado de três a quatro vezes ao dia.

7. Aliviar sintomas de gripes, resfriados e tosses

O veterinário já deu o diagnóstico? Então prepare o xarope: ferva seis folhas picadas de guaco em meio litro de água, coe, misture o suco de um limão e adoce com três colheres (sopa) de mel puro. Dê uma colher (de chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do bicho) de três a quatro vezes ao dia.


Texto adaptado do Portal da Cinofilia.

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Cinco especialistas dão dicas de ouro contra mau hálito



E para dar algumas dicas de ouro que podem salvar seu hálito, nos juntamos cinco profissionais da odontologia especialistas no diagnóstico e no tratamento da halitose.

Drogas, dormir de boca aberta e remédios para acne: saiba, segundo especialistas, como é possível evitar o mau hálito com dicas que você nem imaginava

em sofre com o mau hálito ou morre de medo de ter esse problema deve manter uma higienização bucal correta e frequente, além de visitar o dentista pelo menos duas vezes por ano. Mas será que não há mais que possa ser feito ou mudado para evitar esse mal?

Claro que há. E para dar algumas dicas de ouro que podem salvar seu hálito, o Terra juntou cinco profissionais da odontologia especialistas no diagnóstico e no tratamento da halitose. 

Jacqueline x Saburra
Segundo Jacqueline Chaves Duarte, membro da Associação Brasileira de Odontologia e da ISBOR (International Society of Breath Odor Research), a saburra lingual (camada esbranquiçada que se fixa no fundo da língua) é uma das principais causas do mau hálito e, por isso, deve ser combatida. 

Para ela, não basta fazer uma escovação usando somente a escova de dente e o fio dental. “Os raspadores linguais devem ser usados diariamente”, diz a especialista. Eles eliminam as bactérias que causam o mau hálito e retiram os restos de comida que ficam depositados no fundo da língua.  E, para ajudar nessa higienização, Jacqueline indica beber pelo menos dois litros de água por dia para incentivar a produção de saliva, a “enxaguante natural” da boca. 

Ana Cristina x Maconha
“Drogas como a maconha ou a cocaína atuam no sistema nervoso diminuindo a ação do neurotransmissor que é responsável pelas secreções, entre elas, as glândulas salivares. Isso explica a “boca seca” após o uso dessas drogas”, diz Ana Cristina Zanchet, dentista responsável pela Clínica Hálito Curitiba. 

A boca seca permite que o ambiente bucal se torne mais agradável para as bactérias que produzem os compostos mau cheirosos e ainda causa a descamação da mucosa, contribuindo para a formação da saburra lingual. “E se você consumir maconha e álcool juntos, terá uma redução expressiva da produção de saliva e assim, condições ainda maiores para alterar seu hálito”, diz Ana Cristina.

Olinda x Dormir de boca aberta
Segundo Olinda Tarzia, presidente da SOBREHALI (Sociedade Brasileira de Estudos da Halitose), dormir de boca aberta causa um grande ressecamento da boca, facilitando sua descamação. “Para combater esse problema lubrifique a mucosa bucal e a língua com lubrificantes próprios ou, na pior das hipóteses, até mesmo com manteiga antes de se deitar”, diz a especialista. 

Umas das causas de se dormir de boca aberta são problemas na respiração ou algum corrimento nasal (normalmente alérgicos). “Nesses casos, é indicado procurar um otorrino para corrigir a respiração e usar soro fisiológico na forma de spray nasal ao acordar e ao se deitar”, diz Olinda. 

Ana Kolbe x Estresse
Com o aumento e a permanência de um nível alto de estresse na vida das pessoas, as glândulas supra-renais (que regulam o metabolismo da água e as reações do corpo humano ao estresse) liberam em grande quantidade hormônios como o da adrenalina e o cortisol, que deveriam ser produzidos apenas esporadicamente.

“Essa produção contínua provoca a inibição do funcionamento das glândulas salivares e a saliva passa a se apresentar em menor volume e com uma quantidade deficiente, ou seja, viscosa e pegajosa. Assim, sem nosso ‘detergente bucal’ em sua melhor forma, acumulamos mais quantidade de saburra lingual”, diz Ana Kolbe, fundadora e presidente da Associação Baiana de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO-BA).

Por isso, manter hábitos saudáveis como a prática de esportes e caminhadas e otimizar seu tempo para que ele não seja gasto inteiramente com trabalho e trânsito, podem mudar a qualidade da sua vida e do seu hálito. 

Fernanda Wakai x Roacutan (isotretinoína)
Esse remédio é muito conhecido entre as pessoas (principalmente entre jovens de 13 a 19 anos) que sofrem com acnes agressivas, pois, há alguns anos, ele vem sendo o que há de mais eficiente no combate a esse tipo de problema. 

Porém, quem usou ou já ouviu falar do Roacutan, sabe que o medicamento tem contraindicações e possíveis efeitos colaterais. Esse remédio, feito à base de isotretinoína, resseca a pele, lábios e mucosa (do nariz e da boca), alterando o fluxo salivar e facilitando a descamação da parte interna da boca. 

“Com a quantidade de saliva reduzida e essa descamação (em que os resíduos acabam sendo depositados no fundo da língua) o ambiente fica propício para formação da saburra lingual. O uso prolongado desse remédio (que normalmente acontece) causa uma halitose bastante perceptível”, diz Fernanda Wakai, cirurgiã-dentista, especialista no diagnóstico e tratamento da Halitose. 

Portanto, quem o usa deve reforçar a higienização bucal e o consumo de água para manter o fluxo salivar sempre na medida e inibir a formação da saburra. 

http://publicadosbrasil.blogspot.com.br/
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