Você já deve saber que todos esses produtos de limpeza estão carregados de substâncias químicas que não agridem apenas nosso corpo, mas todo o meio ambiente. Além do mais, eles não são baratos. Exemplo do que estamos falando são os sabões líquidos para lavar roupa. Caros e cheios de química. Mas agora você tem opção de escolha: apresentamos-lhe o sabão líquido, caseiro e natural de coco e limão. Uma excelente opurtunidade para você ficar longe dos caros e prejudiciais sabões de lavar roupa industriais. E um ponto muito importante desta receita: a facilidade de compra dos ingredientes, ou seja, não há nenhum ingrediente difícil de ser encontrado. A receita não tem mistério, é bastante fácil. Lá vai ela: INGREDIENTES 50 gramas de sabão de coco 2 litros de água 3 colheres (sopa) bicarbonato de sódio 10 gotas de óleo essencial de limão (vende em lojas de produtos naturais) COMO PREPARAR Raspe de 50 gramas de sabão de coco. Procure uma marca de sabão bem artesanal e natural (no Rio e em São Paulo, recomendamos Ruth). Faça raspas bem finas para facilitar a dissolução. Dissolva-as lentamente em 1 litro de água bem quente em um vasilhame com capacidade para 3 ou mais litros. Acrescente 3 colheres de sopa de bicarbonato de sódio. Misture e depois deixe descansar por uma hora. Em seguida, acrescente 1 litro de água morna. Filtre a mistura em uma peneira fina para retirar qualquer pedaço de sabão que não tenha se dissolvido e acrescente dez gotas de óleo essencial de limão. Em seguida acrescente 1 litro de água fria à mistura, que deve estar bem grossa. Agite bastante para a misture ficar bem homogênea. Coloque em frascos de plástico menores para facilitar o manuseio na hora de usar. Rende 3 litros de sabão líquido para lavar roupa. E alveja e limpa da mesma forma que os sabões industriais com a grande vantagem de não poluir nosso corpo e o nosso planeta. http://www.curapelanatureza.com.br/2014/12/sabao-liquido-caseiro-e-natural-de-coco.html#sthash.vDk8jtC1.dpuf
A segunda droga mais consumida no mundo tem sido usado por médicos e pacientes “mal utilizados, como um recurso preventivo”
O alarme foi lançado numa das cinco publicações médicas mais prestigiosas do mundo, “JAMA”, que não é a “bíblia” da medicina, mas é parte de seus livros sagrados.Pois isto nada duvida da autenticidade da publicação. A toma continuada, durante mais de dois anos, de omeprazol, o segundo medicamento mais consumido do mundo depois do paracetamol e uso mais comum para problemas gástricos, favorece a aparição de demência, danos neurológicos e também pode causar anemia.A notícia não surpreendeu os médicos que “desde há cinco anos, talvez mais” que vinham ouvindo falar da existência de todos estes efeitos secundários. mas torna-se dificil a sensibilização tanto dos profissionais de saúde como dos seus pacientes, a fazer ” um uso mais racional deste fármaco”, diz o presidente da Seção de Medicina de Família e Comunidade da Academia de Ciências Médicas de Bilbao, José Antonio Estévez.
O aparecimento de omeprazol, diz o especialista, foi uma autêntica revolução no tratamento de úlceras gástricas e na hérnia de hiato, que são as principais indicações. Para os primeiros, porque as lesões no estômago provocavam dor e mau estar condicionando a qualidade de vida. O maior avanço supõem-se, sem dúvida, no tratamento da hérnia hiatal, cuja principal terapia era a cirurgia que dava muitoa maus resultados.. “Eu tenho visto muitas pessoas, incluindo os jovens, morrerem na sala de cirurgia, porque é um procedimento muito invasivo”, lembra Estevez.
Os resultados obtidos com o fármaco devem ter sido “tão bons em todos esses anos” que os médicos “começaram a receitá-lo de forma abusiva como prevenção”, não só para estas doenças como também para outras, como a acidez estomacal. e os pacientes a consumir de igual modo.A organização Kaiser Permanente provedora de serviços nos Estados Unidos e referência mundial no manejo sanitário decidiu avaliar os riscos para a saúde do consumo a longo prazo deste fármaco;e os resultados do estudo foi publicado na revista da Associação Médica Americana, “JAMA”.
Os investigadores queriam comprovar se a ingestão prolongada de omeprazol provocava falta de vitamina B12 (chamada de cobalamina), que é essencial para o crescimento da pessoa e essencial para o desenvolvimento normal do sistema nervoso.
É sabido que muitas pessoas de idade têm deficiência de vitamina B12, que se manifesta pelo aparecimento de fadiga, cansaço, diarreia ou feridas na boca, “sintomas tão comuns que podem induzir em erro o médico.”
O conselho médico
Estudos sobre esta matéria que havia eram pequenos e a organização Kaiser Permanente se porpôs ampliar esta investigação. Reuniu um grupo de 25.956 pacientes com deficiência de vitamina B12 e comparou s com outro 184.199 pessoas sem este transtorno. Todos eles foram seguidos durante quatro anos, entre 1997 e 2011 e os resultados não deixaram lugar a dúvidas.
Como se esperava, o composto inibe o ácido gástrico de absorver a vitamina B12 e a sua carência favorece o aparecimento de demências, anemia e dano neurológico.Entre 10% e 15% dos idosos têm deficiência de cobalamina. Ao comparar os dois grupos verificou-se que 65% das pessoas que tinham tomado omeprazol por dois ou mais anos apresentavam um maior risco déficit de vitamina. A toma de 1,5 comprimidos diariamente implica um risco de 95% de apresentar carências.
Deve então deixar-se de tomar omaprazxol?José Antonio Estévez diz que não, porque seria pior o remédio do que a doença.“Agora, os médicos têm que refletir sobre a forma mais benéfica e adequada de receitá-lo.Haverá necessidade de eleger bem os casos, ajustar melhor as doses, fazer intervaloe entre o seu consumo e utilizá-la só quando estritamente necessárioDeve ser bem escolhido casos, melhor ajustar as doses, faça pausas em seu consumo e utilizar apenas quando tal se justifique. “Em definitivo, usá-la de forma racional, como tratamento e não como terapia preventiva”.
Uma ótima idéia para o que fazer com os refrigerantes: usar como pesticida tal como fazem os agricultores indianos. Uma outra excelente idéia é usar para limpar chão, desinfetar vaso sanitário, limpar ferrugem, etc.
Faça o teste, pois a acidez de cerca de 2,5 de ph, associado à química toda fazem mais efeito do que muitos produtos de limpeza.
Agora imagine isto tudo dentro de seu corpo... E pior, dentro do frágil sistema de uma criança...
Se você adora uma ducha de água morna assim que acorda ou no fim do dia, quando volta do trabalho, da escola ou faculdade, vamos jogar agora uma ducha de água gelada nesse seu gosto: banho morno resseca a pele, o cabelo e não tem os benefícios para a saúde que tem o banho frio. É velho o uso da água para fins medicinais. Hipócrates, o pai da medicina, prescrevia a água de nascente para tratar doenças. No Oriente, desde tempos remotos, os praticantes de ioga têm recomendado banhos de água gelada para aumentar a imunidade contra gripes e resfriados. A tradicional medicina chinesa também recomenda o tratamento com água gelada. No Ocidente, o padre alemão Sebastian Kneipp, na década de 1860, disse ter sido curado de uma doença terminal tomando banho gelado no Rio Danúbio.
Kneipp também preconizava, como agente curativo, a alternância de banhos quentes e gelados.
Seu livro, My water cure (Minha cura pela água) , de 1886, ainda hoje é publicado.
Infelizmente, a cura pela água fria foi esquecida nesta era de conforto e de banheiros bem equipados.
Os defensores do banho frio afirmam que:
- ele aumenta a circulação;
- ele fortalece e melhora a pele;
- ele reforça o sistema imunológico;
- ele melhora o humor;
- e ele revigora o corpo.
Cientificamente, há pesquisas comprovando os benefícios da água gelada.
Em 1987, um estudo europeu comparou um grupo que tomava banho frio com outro de pessoas que não tomavam, durante seis meses.
Os pesquisadores descobriram que os resfriados no primeiro grupo eram “significativamente em menor número, mais leves e duravam ligeiramente um pouco menos”.
Em outro estudo, realizado em Praga, República Tcheca, pesquisadores observaram o que ocorria no corpo de homens saudáveis que mergulhavam em água fria.
O resultado foi um aumento na contagem de células brancas, as responsáveis por nossa imunidade.
Em Berlim, na Alemanha, experimentos da Faculdade de Medicina da Universidade de Humboldt mostraram que a alternância entre duchas quentes e duchas frias aumenta a resistência às infecções respiratórias.
Mas os benefícios do banho frio não param aí.
Em Londres, pesquisa do Instituto de Trombose revelou que, além do aumento da circulação sanguínea, imersões diárias em água fria estimulam os testículos a produzir mais esperma.
COMO TOMAR BANHO FRIO (PARA OS QUE NÃO O TOLERAM)
Se você não tolera banho frio, faça o seguinte:
- 1. abra a torneira do chuveiro e fica debaixo dele por cerca de 30 segundos, ou o tempo necessário para molhar o cabelo;
- 2. feche a torneira;
- 3. passe xampu no cabelo, espalhando-o bem;
- 4. abra a torneira e fique novamente debaixo do chuveiro, o tempo suficiente para tirar todo o xampu, mais ou menos de 30 segundos;
- 5. feche a torneira e saia;
- 6. passe o condicionador;
- 7. abra a torneira, entre e enxágue o cabelo;
- 8. fecha a torneira;
- 9. ensaboe bem o corpo;
- 10. abra a torneira, entre e tire todo o sabonete do corpo.
Tudo isso deve durar cerca de cinco minutos.
ALGUMAS OBSERVAÇÕES
Não permaneça muito tempo debaixo da ducha fria, pois isso pode dificultar a circulação.
Se tiver problemas de saúde, como a doença de Reynaud e hipertensão, consulte seu médico.
Pessoas com apenas um rim não costumam ter restrições alimentares ou problemas de saúde
Os rins exercem funções muito importantes para o bom funcionamento do organismo, como regular a pressão arterial, produzir células vermelhas, ativar a vitamina D e, principalmente, filtrar fluidos para expelir toxinas.
No entanto, muitas pessoas vivem com apenas um rim, como o ex-jogador Pelé, que foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para tratar uma infecção urinária 11 dias após a retirada de cálculos renais. Isso não significa, porém, que essas pessoas sejam obrigadas a seguir determinadas restrições ou que elas corram risco de ter problemas de saúde. É possível levar uma vida normal e saudável com apenas um desses órgãos. Entenda a seguir os motivos pelos quais alguém vive com apenas um rim e os efeitos desta condição:
1) Por que uma pessoa tem só um rim?
Existem quatro razões mais comuns para isso. A pessoa pode ter nascido com apenas um rim, uma condição conhecida como agenesia renal. Isso é mais comum entre homens, segundo o instituto de pesquisa Kidney Research, do Reino Unido. Também é possível nascer com ambos os rins, mas apenas um deles funciona. A pessoa ainda pode ter um de seus rins retirados por causa de uma anormalidade na sua formação anatômica, para tratar um sério trauma causado por um acidente ou por causa de uma doença, como câncer, ou pode ter doado um dos rins a quem precisava de um transplante. Segundo relatos da imprensa, Pelé teve um rim extraído nos anos 70 nos Estados Unidos, no final de sua carreira como atleta, por ter tido um tumor no órgão.
2) Ter só um rim gera problemas de saúde?
A maioria das pessoas que tem apenas um rim leva uma vida saudável. Em geral, quem nasce com apenas um rim saudável ou tem um deles retirado ainda na infância não enfrenta problemas no curto prazo. Isso porque o rim restante cresce mais rápido e se torna maior do que um rim comum, um fênomeno conhecido como "crescimento compensatório" ou "crescimento regenerativo". Este único rim pode chegar a ter quase o mesmo tamanho de dois rins juntos. Isso permite ao órgão realizar o trabalho que caberia aos dois rins. O mesmo ocorre com quem vive com apenas um rim após um transplante. O órgão cresce e torna-se até 40% mais potente do que um rim comum. Mas foram observados efeitos ao longo de um período maior de tempo entre aqueles que nasceram com um rim apenas ou tiveram um deles retirado na infância. É possível sofrer uma pequena perda de função renal, o que não afeta muito a expectativa de vida. Esta condição leva, em média, 25 anos para ser desenvolvida, segundo o instituto americano de pesquisa National Kidney Foundation. Estas pessoas ainda podem ter pressão alta quando ficarem mais velhas ou apresentar um excesso de proteína na urina, o que leva o corpo a reter fluídos e sódio, causando um inchaço nos tornozelos e no abdômen.
3) É preciso ir com mais frequência ao médico?
A pessoa deve testar sua função renal por meio de exames ao menos uma vez por ano, de acordo com a National Kidney Foundation. Isso pode ser feito por meio de exames de urina e sangue. Ainda é preciso monitorar a pressão arterial.
4) A pessoa pode praticar esportes?
O exercício físico é uma prática saudável e recomendada, mas alguns médicos recomendam ter cuidado e evitar lesões ao órgão, que, por ser maior e mais pesado, também é mais suscetível a traumas. Uma forma de fazer isso é usar uma proteção sobre a roupa durante a atividade. Alguns médicos ainda recomendam evitar esportes de contato, como futebol, basquete, lutas e artes marciais, para prevenir danos aos órgão.
5) Há uma dieta especial?
A maioria das pessoas com só um rim não precisa seguir uma dieta especial. Mas a Kidney Research recomenda consumir menos sal e beber bastante água, entre seis a oito copos por dia. Mas, quando a pessoa precisou de um transplante motivados por uma doença ou falha renal, pode haver algumas restrições na alimentação, o que varia a cada caso e depende da avaliação médica. Assim como quando a pessoa apresenta uma concentração de proteína acima do normal na urina, sendo recomendada uma dieta com menos proteína.